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segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Texto para os alunos dos 3º A, B e C - Copiar ou imprimir(e colar no caderno), mas tem que estar no caderno, de qualquer forma!!!

v  O Imperialismo na África
O imperialismo europeu criou uma ideologia racista, segundo a qual os brancos eram superiores às demais raças, cabendo a eles a “missão civilizadora” de resgatar os povos colonizados de sua condição de barbárie. Durante séculos, a África representou para os europeus, apenas uma inesgotável fonte de escravos e, em menor escala, de ouro e de marfim. Os traficantes e comerciantes, baseados em entrepostos litorâneos (armazém de depósito de mercadorias que esperam comprador ou que se vão reembarcar), praticamente sintetizavam a presença europeia no continente.
Entre novembro de 1884 e fevereiro de 1885, 13 nações europeias, além dos Estados Unidos e da Turquia, promoveram a Conferência de Berlim, que tinha como objetivos principais: a) discutir normas para tráfego e utilização comercial livres dos Rios Níger e Congo; b) regulamentar a apropriação do continente africano.
Com vistas a delimitar a partilha do continente foram usados paralelos e meridianos e o traçado dos rios como marcos divisórios fronteiriços. Além da utilização de recursos cartográficos na demarcação de fronteiras artificiais, os europeus estabeleceram divisões internas em suas colônias, tanto para garantir controle militar quanto para estabelecer domínio em áreas de mineração. A criação dessas fronteiras provocou a separação entre grupos étnicos que viviam pacificamente em um mesmo território, enquanto grupos étnicos adversários foram obrigados a conviver na mesma terra. Dessa forma, os colonizadores dificultaram a formação de alianças que pudessem lhes fazer oposição.
A definição impositiva das fronteiras foi acompanhada da obrigatoriedade do uso da língua e dos costumes do colonizador (educação, religião e modelo de administração), em detrimento da cultura e da tradição dos diversos grupos étnicos africanos, que foram negligenciadas.
v  A descolonização africana
Inglaterra e França eram as principais potências imperialistas. O processo de descolonização se deu depois da Segunda Guerra Mundial (1939-1945), quando as grandes potências europeias saíram arrasadas economicamente do conflito, sem condições de manter seus vastos impérios coloniais. Ao mesmo tempo, a opinião pública cobrava uma postura coerente da Inglaterra e da França, que tinham combatido o totalitarismo nazista alemão e o fascismo italiano em nome da democracia e da autodeterminação dos povos, e não davam esse direito aos povos de suas colônias.
O afrouxamento das rédeas metropolitanas fez com que muitos povos africanos negociassem sua independência ou pegassem em armas para conseguir a independência. A dominação europeia na África muitas vezes enfrentou a resistência dos povos locais, que se insurgiam contra os dirigentes europeus. Algumas independências se deram com sangrentas guerras, como a da Argélia. Os novos países mantiveram sua condição de exportadores de produtos primários e, embora independentes, continuaram muito dependentes de suas antigas metrópoles.
O pan-africanismo: com o processo de independência africana, na segunda metade do século XX, o pan-africanismo se fortaleceu, tendo como um de seus líderes Kwame N’Krumah, presidente de Gana (antiga colônia britânica da Costa do Ouro) na década de 1960. Para ele, o fortalecimento econômico das nações africanas e a aproximação entre elas seria o caminho para a plena independência, uma vez que os colonizadores europeus, mesmo tendo concedido a independência, não abririam mão de indiretamente manter sua influência econômica, dilapidando as riquezas do continente.
Em 1964, as nações africanas independentes, em reunião no Cairo, criaram a Organização da Unidade Africana (OUA). Buscavam, dessa forma, ampliar a cooperação entre os Estados e garantir a segurança entre seus países-membros. Porém, ao manter os limites territoriais impostos pelas nações europeias, a OUA consolidou a fragmentação da África. Além disso, boa parte das elites locais ainda representava maiorias étnicas remanescentes da antiga configuração, o que pode também servir para explicar a instabilidade das fronteiras e as sucessivas guerras étnicas que caracterizaram as nações africanas – e caracterizam até a atualidade –, principalmente na região subsaariana.
Em 2002, os novos líderes africanos reuniram-se em Durban, na África do Sul, e puseram fim à OUA, criando a União Africana (UA). Essa nova organização veio ampliar o leque de objetivos para a integração do continente. Em sua carta de abertura, propunha a criação de um Conselho de Paz e Segurança representado por alguns países africanos com poderes para intervir em guerras locais e evitar atos de extermínio em massa, como os que continuam a ocorrer em diversos conflitos africanos. Além disso, a UA também tem como objetivo a pro- moção do desenvolvimento econômico e social das nações africanas, por intermédio do combate à fome e da erradicação da pobreza.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Consciente Coletivo 03/10 - Papel



Viram como se usa tantas coisas para se fabricar o papel???

Então não vão desperdiçar as folhas, fazendo bolinhas...

Consciente Coletivo 04/10 - Água



A importância de se economizar água!!!

Fluxo das correntes marítimas ao redor do planeta - animação da NASA



Muito interessante!

Auxilia no entendimento sobre as Grandes Navegações que, na época, dependiam do conhecimento sobre essas correntes marítimas para que pudessem chegar ao seu destino correto!!!

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Conheça o trajeto do rio Tietê-SP





Enviado em 23/10/2011
Conheça todos os detalhes do rio, que nasce puro, fica imundo, renasce e cresce. Da nascente à foz, a atração viaja pelo mais importante rio do Estado de São Paulo!.
- www.sattotal.blogspot.com

NASCENTE DO RIO TIETÊ - SALESÓPOLIS





Publicado em 15/07/2013
O Rio Tietê é um importante rio para a cidade de São Paulo. No passado quando ainda era limpo, pescava-se, nadava-se e competia-se nele com disputas de remo, canoagem, natação e outros esportes aquáticos. Hoje poluído e morto, esconde o passado de gloria que já teve. No entanto, depois que passa por São Paulo, o rio vai ficando limpo e em algumas cidades do interior é possível ainda se pescar lindos peixes em suas águas. Quanto a nascente, ela ocorre a aproximadamente 130 km da capital paulista, no município de Salesópolis e a água que brota de rochas é límpida e potável, sem elementos químicos nocivos e nem de longe se parece com a água do rio que cruza a cidade de São Paulo., Vale a pena conhecer. AGRADECEMOS AO PROF. GASTÃO QUE NOS ATENDEU MUITO BEM E NOS PRESTOU VALIOSAS INFORMAÇÕES.
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Críticos questionam impacto ambiental da transposição do rio São Francisco





Publicado em 09/11/2012
A transposição do rio São Francisco é polêmica. Críticos questionam o impacto ambienta e a incerteza que essa seja uma solução definitiva pelo problema de falta d'água no semiárido nordestino. Entre os defensores da obra estão os morados das áreas atingidas pela escassez de água, que sofrem com a pior seca das últimas décadas.
Fonte: Jornal da Record. Rede Record.
Veja também: mar de Aral: https://www.youtube.com/watch?v=nXvO9...

Transposição Rio São Francisco ✰ Rachel Sheherazade ✰ 01.05.2013 @rachel...





Para os 2º EM, A, B, C e D.

Assistam para ajudar no trabalho!

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Para os 9º anos A, B, C e D - Quem não terminou ou ainda não têm, copiar no caderno.

REVOLUÇÃO VERDE
A expressão Revolução Verde foi criada em 1966, em uma conferência em Washington. Porém, o processo de modernização agrícola que desencadeou a Revolução Verde ocorreu no final da década de 1940.
Esse programa surgiu com o propósito de aumentar a produção agrícola através do desenvolvimento de pesquisas em sementes, fertilização do solo e utilização de máquinas no campo que aumentassem a produtividade. Isso se daria através do desenvolvimento de sementes adequadas para tipos específicos de solos e climas, adaptação do solo para o plantio e desenvolvimento de máquinas.
As sementes modificadas e desenvolvidas nos laboratórios possuem alta resistência a diferentes tipos de pragas e doenças, seu plantio, aliado à utilização de agrotóxicos, fertilizantes, implementos agrícolas e máquinas, aumenta significativamente a produção agrícola.
Esse programa foi financiado pelo grupo Rockefeller, sediado em Nova Iorque. Utilizando um discurso ideológico de aumentar a produção de alimentos para acabar com a fome no mundo, o grupo Rockefeller expandiu seu mercado consumidor, fortalecendo a corporação com vendas de verdadeiros pacotes de insumos agrícolas, principalmente para países em desenvolvimento como Índia, Brasil e México.
De fato, houve um aumento considerável na produção de alimentos. No entanto, o problema da fome no mundo não foi solucionado, pois a produção dos alimentos nos países em desenvolvimento é destinada, principalmente, a países ricos industrializados, como Estados Unidos, Japão e Países da União Europeia.
O processo de modernização no campo alterou a estrutura agrária. Pequenos produtores que não conseguiram se adaptar às novas técnicas de produção, não atingiram produtividade suficiente para se manter na atividade, consequentemente, muitos se endividaram devido a empréstimos bancários solicitados para a mecanização das atividades agrícolas, tendo como única forma de pagamento da dívida a venda da propriedade para outros produtores.
A Revolução Verde proporcionou tecnologias que atingem maior eficiência na produção agrícola, entretanto, vários problemas sociais não foram solucionados, como é o caso da fome mundial, além da expulsão do pequeno produtor de sua propriedade.
Por Wagner de Cerqueira e Francisco - Graduado em Geografia - Equipe Brasil Escola

1 - A revolução verde caracteriza-se, principalmente, pela industrialização e modernização tecnológica das atividades agropecuárias. Esse fenômeno possui como características:
I. Uso de técnicas agrícolas avançadas;
II. Emprego de agrotóxicos;
III. Predomínio de latifúndios monocultores;
IV. Alteração genética de grãos e plantas;
V. Utilização de mão de obra abundante;
São corretas as afirmativas:
a) I, e II
b) III e IV
c) II, IV e V
d) I, III e V
e) I, II, III e IV

2 - A partir da segunda metade do século XX, vários países do mundo, inclusive o Brasil, implantaram um pacote de medidas que recebeu o nome de revolução verde.
Assinale a alternativa que indica duas características desse momento.
a) Uso intensivo de agrotóxico; aplicação de adubos e fertilizantes.
b) Introdução de espécies vegetais nas florestas; uso de adubação orgânica.
c) Revitalização de biomas degradados; retorno da população urbana para o campo.
d) Surgimento de movimentos sociais no campo; aumento da produtividade e o fim da fome.
e) Uso de sementes selecionadas; uso de sementes transgênicas.


terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

TEXTO PARA OS ALUNOS DO 2ºs A, B, C e D
COPIAR OU IMPRIMIR, O IMPORTANTE É TER NO CADERNO.

ERA RIO BRANCO – BARÃO DO RIO BRANCO
José Maria da Silva Paranhos Júnior, barão do Rio Branco, foi professor, político, jornalista, diplomata, historiador e biógrafo. Nasceu no Rio de Janeiro, RJ, em 20 de abril de 1845, e faleceu na mesma cidade, em 10 de fevereiro de 1912. Rio Branco era filho de José Maria da Silva Paranhos, o visconde do Rio Branco.
Em 1869, foi nomeado promotor público de Nova Friburgo. No mesmo ano acompanhou, como secretário da Missão Especial, o visconde do Rio Branco ao rio da Prata e ao Paraguai. No mesmo caráter se manteve, em 1870 e 1871, nas negociações de paz entre os membros da Tríplice Aliança e o Paraguai
Em 1884, recebeu a comissão de delegado à Exposição Internacional de São Petersburgo e, depois de proclamada a República, foi nomeado, em 1891, em substituição do conselheiro Antonio Prado, superintendente geral na Europa da emigração para o Brasil, cargo que exerceu até 1893.
ARGENTINA E AMAPÁ
Em 1893, Floriano Peixoto escolheu Rio Branco para substituir o barão Aguiar de Andrade, falecido no desempenho da missão encarregada de defender os direitos do Brasil aos territórios das Missões. A questão, nos últimos dias do Império, fora submetida ao arbitramento do presidente Cleveland, dos EUA, como resultado do tratado de 7 de setembro de 1889, concluído com a Argentina.
Rio Branco, encarregado de advogar os pontos de vista brasileiros, apresentou ao presidente Cleveland uma exposição, acompanhada de valiosa documentação, reunida em seis volumes,
A questão de limites entre o Brasil e a Argentina, obra que muito contribuiu para o laudo arbitral de 5 de fevereiro de 1895, inteiramente favorável às pretensões brasileiras.
Em 1898, foi encarregado de resolver outro importante assunto diplomático: a questão do
Amapá. O Tratado de 10 de abril de 1897 escolheu para árbitro da questão o presidente da Suíça. Rio Branco vinha estudando a questão do Amapá desde 1895. Ao chegar a Berna, apresentou uma memória de sete volumes. A sentença arbitral, de 1º de dezembro de 1900, foi favorável ao Brasil, e o nome de Rio Branco foi colocado em plano de superioridade em relação a qualquer outro político ou estadista brasileiro da época.
MINISTRO DAS RELAÇÕES EXTERIORES
Em 31 de dezembro de 1900 foi nomeado ministro plenipotenciário em Berlim. Em 1902 foi convidado pelo presidente Rodrigues Alves a assumir a pasta das Relações Exteriores, na qual permaneceu até a morte, em 1912.
Logo no início de sua gestão, defrontou-se com a
questão do Acre, território fronteiriço que a Bolívia pretendia ocupar, solucionando-a pelo Tratado de Petrópolis. A seguir, encetou negociações com outros países limítrofes, cujas fronteiras com o Brasil suscitavam questões litigiosas. Seu empenho encerrou as velhas disputas que o Brasil mantinha com quase todos os países da América do Sul.
Em 1901, apesar dos esforços e do valor intelectual do plenipotenciário brasileiro,
Joaquim Nabuco, a questão da Guiana Inglesa foi resolvida, por laudo do árbitro Victor Emanuel, rei da Itália, contra o Brasil. Rio Branco, no entanto, soube entender os motivos do laudo que despojava o Brasil de uma parte do seu território e deu a Joaquim Nabuco a compensação de nomeá-lo embaixador do Brasil em Washington.
DEFININDO O CONTORNO DO TERRITÓRIO BRASILEIRO
Veio, depois, uma série de tratados memoráveis: em 1904, com o Equador; em 1906, com a Guiana Holandesa; em 1907, com a Colômbia; em 1904 e 1909, com o Peru; em 1910, com a Argentina. Ficavam definidos, de um modo geral, os contornos do território brasileiro, assim como, com pequenas alterações, ainda hoje subsistem.
Além da solução dos problemas de fronteira, Rio Branco lançou as bases de uma nova política internacional, adaptada às necessidades do Brasil moderno. Foi, nesse sentido, um devotado pan-americanista, preparando o terreno para uma aproximação mais estreita com as repúblicas hispano-americanas e acentuando a tradição de amizade e cooperação com os Estados Unidos.

A Tríplice Aliança foi a união entre Argentina, Brasil e Uruguai, para lutar contra o Paraguai na Guerra do Paraguai, entre 1864 e 1870.


TEXTO PARA OS ALUNOS DO 1º E

COPIAR OU IMPRIMIR, O IMPORTANTE É TER NO CADERNO.

INTERPRETAÇÃO DE MAPAS

O mapa hoje é algo essencial, pois representa informações históricas, políticas, econômicas, físicas e biológicas de diferentes lugares do mundo. A soma disso nos ajuda a compreender as transformações e os problemas do mundo atual.
Todo bom mapa deve possuir algumas características para assegurarem a leitura e a interpretação corretas das informações nele contidas. Os principais elementos são: área geográfica, coordenadas, escala, legenda, título, indicação do norte e a fonte de onde foi extraído o mapa. Ver e ler, estes são os principais objetivos nos mapas. Dessa forma, antes de aprender a como ler um é essencial que se saiba com propriedade os principais elementos presentes em um mapa.

PRINCIPAIS ELEMENTOS DOS MAPAS
1. TÍTULO
Descreve a informação principal que o mapa contém.

2. ESCALA
Indica a proporção entre o objeto real (o mundo ou uma parte dele) e sua representação cartográfica, ou seja, quantas vezes o tamanho real teve de ser reduzido para poder ser representado.
Mapas em diferentes escalas servem para diferentes tipos de necessidades:
• mapas em pequena escala (como 1:25.000.000) proporcionam uma visão geral de um grande espaço, como um país ou um continente;
• mapas em grande escala (como 1:10.000) fornecem detalhes de um espaço geográfico de dimensões regionais ou locais.
3. COORDENADAS GEOGRÁFICAS
São linhas imaginárias traçadas sobre os mapas, essenciais para a localização de um ponto na superfície terrestre (Latitude e Longitude).

4. LEGENDAS
Permitem interpretar as informações contidas no mapa, desde a constatação da existência de um determinado fenômeno até os diferentes graus de intensidade em que ele se apresenta.
As legendas podem vir representadas por cores, hachuras, símbolos ou ícones de diversos tipos, ou utilizar combinações dessas várias representações.

OS MAPAS PODEM SER DE VÁRIOS TIPOS:

A) MAPAS QUANTITATIVO-ORDENADO: com dois tipos de linguagem, de cor e símbolos, demostrando ordenamento e o tamanho do fenômeno cartografado
B) MAPA QUALITATIVO: relacionam uma variável ao mapa, cores variando sem hierarquia
C) MAPAS ORDENADOS: colocam em ordem um único fenômeno segundo uma ordem relativa, um valor
D) MAPA QUANTITATIVO: tamanho dos círculos são proporcionais ao número absoluto do fenômeno representado, relação direta entre tamanho do círculo e tamanho do fenômeno
E) MAPAS QUANTITATIVOS-DINÂMICOS: relação direta entre a espessura da seta e o volume do fluxo que ela está representando. As setas ligam áreas, expressando movimento-fluxo-dinâmica