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terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

TEXTO PARA OS ALUNOS DO 2ºs A, B, C e D
COPIAR OU IMPRIMIR, O IMPORTANTE É TER NO CADERNO.

ERA RIO BRANCO – BARÃO DO RIO BRANCO
José Maria da Silva Paranhos Júnior, barão do Rio Branco, foi professor, político, jornalista, diplomata, historiador e biógrafo. Nasceu no Rio de Janeiro, RJ, em 20 de abril de 1845, e faleceu na mesma cidade, em 10 de fevereiro de 1912. Rio Branco era filho de José Maria da Silva Paranhos, o visconde do Rio Branco.
Em 1869, foi nomeado promotor público de Nova Friburgo. No mesmo ano acompanhou, como secretário da Missão Especial, o visconde do Rio Branco ao rio da Prata e ao Paraguai. No mesmo caráter se manteve, em 1870 e 1871, nas negociações de paz entre os membros da Tríplice Aliança e o Paraguai
Em 1884, recebeu a comissão de delegado à Exposição Internacional de São Petersburgo e, depois de proclamada a República, foi nomeado, em 1891, em substituição do conselheiro Antonio Prado, superintendente geral na Europa da emigração para o Brasil, cargo que exerceu até 1893.
ARGENTINA E AMAPÁ
Em 1893, Floriano Peixoto escolheu Rio Branco para substituir o barão Aguiar de Andrade, falecido no desempenho da missão encarregada de defender os direitos do Brasil aos territórios das Missões. A questão, nos últimos dias do Império, fora submetida ao arbitramento do presidente Cleveland, dos EUA, como resultado do tratado de 7 de setembro de 1889, concluído com a Argentina.
Rio Branco, encarregado de advogar os pontos de vista brasileiros, apresentou ao presidente Cleveland uma exposição, acompanhada de valiosa documentação, reunida em seis volumes,
A questão de limites entre o Brasil e a Argentina, obra que muito contribuiu para o laudo arbitral de 5 de fevereiro de 1895, inteiramente favorável às pretensões brasileiras.
Em 1898, foi encarregado de resolver outro importante assunto diplomático: a questão do
Amapá. O Tratado de 10 de abril de 1897 escolheu para árbitro da questão o presidente da Suíça. Rio Branco vinha estudando a questão do Amapá desde 1895. Ao chegar a Berna, apresentou uma memória de sete volumes. A sentença arbitral, de 1º de dezembro de 1900, foi favorável ao Brasil, e o nome de Rio Branco foi colocado em plano de superioridade em relação a qualquer outro político ou estadista brasileiro da época.
MINISTRO DAS RELAÇÕES EXTERIORES
Em 31 de dezembro de 1900 foi nomeado ministro plenipotenciário em Berlim. Em 1902 foi convidado pelo presidente Rodrigues Alves a assumir a pasta das Relações Exteriores, na qual permaneceu até a morte, em 1912.
Logo no início de sua gestão, defrontou-se com a
questão do Acre, território fronteiriço que a Bolívia pretendia ocupar, solucionando-a pelo Tratado de Petrópolis. A seguir, encetou negociações com outros países limítrofes, cujas fronteiras com o Brasil suscitavam questões litigiosas. Seu empenho encerrou as velhas disputas que o Brasil mantinha com quase todos os países da América do Sul.
Em 1901, apesar dos esforços e do valor intelectual do plenipotenciário brasileiro,
Joaquim Nabuco, a questão da Guiana Inglesa foi resolvida, por laudo do árbitro Victor Emanuel, rei da Itália, contra o Brasil. Rio Branco, no entanto, soube entender os motivos do laudo que despojava o Brasil de uma parte do seu território e deu a Joaquim Nabuco a compensação de nomeá-lo embaixador do Brasil em Washington.
DEFININDO O CONTORNO DO TERRITÓRIO BRASILEIRO
Veio, depois, uma série de tratados memoráveis: em 1904, com o Equador; em 1906, com a Guiana Holandesa; em 1907, com a Colômbia; em 1904 e 1909, com o Peru; em 1910, com a Argentina. Ficavam definidos, de um modo geral, os contornos do território brasileiro, assim como, com pequenas alterações, ainda hoje subsistem.
Além da solução dos problemas de fronteira, Rio Branco lançou as bases de uma nova política internacional, adaptada às necessidades do Brasil moderno. Foi, nesse sentido, um devotado pan-americanista, preparando o terreno para uma aproximação mais estreita com as repúblicas hispano-americanas e acentuando a tradição de amizade e cooperação com os Estados Unidos.

A Tríplice Aliança foi a união entre Argentina, Brasil e Uruguai, para lutar contra o Paraguai na Guerra do Paraguai, entre 1864 e 1870.


TEXTO PARA OS ALUNOS DO 1º E

COPIAR OU IMPRIMIR, O IMPORTANTE É TER NO CADERNO.

INTERPRETAÇÃO DE MAPAS

O mapa hoje é algo essencial, pois representa informações históricas, políticas, econômicas, físicas e biológicas de diferentes lugares do mundo. A soma disso nos ajuda a compreender as transformações e os problemas do mundo atual.
Todo bom mapa deve possuir algumas características para assegurarem a leitura e a interpretação corretas das informações nele contidas. Os principais elementos são: área geográfica, coordenadas, escala, legenda, título, indicação do norte e a fonte de onde foi extraído o mapa. Ver e ler, estes são os principais objetivos nos mapas. Dessa forma, antes de aprender a como ler um é essencial que se saiba com propriedade os principais elementos presentes em um mapa.

PRINCIPAIS ELEMENTOS DOS MAPAS
1. TÍTULO
Descreve a informação principal que o mapa contém.

2. ESCALA
Indica a proporção entre o objeto real (o mundo ou uma parte dele) e sua representação cartográfica, ou seja, quantas vezes o tamanho real teve de ser reduzido para poder ser representado.
Mapas em diferentes escalas servem para diferentes tipos de necessidades:
• mapas em pequena escala (como 1:25.000.000) proporcionam uma visão geral de um grande espaço, como um país ou um continente;
• mapas em grande escala (como 1:10.000) fornecem detalhes de um espaço geográfico de dimensões regionais ou locais.
3. COORDENADAS GEOGRÁFICAS
São linhas imaginárias traçadas sobre os mapas, essenciais para a localização de um ponto na superfície terrestre (Latitude e Longitude).

4. LEGENDAS
Permitem interpretar as informações contidas no mapa, desde a constatação da existência de um determinado fenômeno até os diferentes graus de intensidade em que ele se apresenta.
As legendas podem vir representadas por cores, hachuras, símbolos ou ícones de diversos tipos, ou utilizar combinações dessas várias representações.

OS MAPAS PODEM SER DE VÁRIOS TIPOS:

A) MAPAS QUANTITATIVO-ORDENADO: com dois tipos de linguagem, de cor e símbolos, demostrando ordenamento e o tamanho do fenômeno cartografado
B) MAPA QUALITATIVO: relacionam uma variável ao mapa, cores variando sem hierarquia
C) MAPAS ORDENADOS: colocam em ordem um único fenômeno segundo uma ordem relativa, um valor
D) MAPA QUANTITATIVO: tamanho dos círculos são proporcionais ao número absoluto do fenômeno representado, relação direta entre tamanho do círculo e tamanho do fenômeno
E) MAPAS QUANTITATIVOS-DINÂMICOS: relação direta entre a espessura da seta e o volume do fluxo que ela está representando. As setas ligam áreas, expressando movimento-fluxo-dinâmica